R$ 1.000.000 para abrir dez unidades. O investidor recebe 10% do faturamento bruto de todas elas — não do lucro, não do que sobra. Capital de volta em cerca de 24 meses. Depois disso, o dinheiro não para de entrar.
A diferença entre as duas palavras é a proposta inteira. Lucro é resultado de contabilidade: depende de pró-labore, de reinvestimento, de como a despesa foi classificada. Faturamento é o que entra no caixa, e é auditável na maquininha e no extrato. O investidor recebe antes de qualquer decisão de gestão — e não precisa confiar em balanço nenhum para conferir.
| Os termos | O que está na mesa |
|---|---|
| O que o investidor recebe | 10% do faturamento bruto das dez unidades |
| Com que frequência | Todo mês, apurado no fechamento |
| Posição na fila do caixa | Antes do pró-labore e da distribuição de lucro |
| Taxa de entrada, royalty ou administração | Nenhuma |
| Dedicação exigida do investidor | Nenhuma |
| Prazo até o capital voltar inteiro | Cerca de 24 meses (entre 17 e 27) |
| Retorno anual, rede madura | 54% sobre o capital (cenário médio) |
| Unidades cobertas pelo aporte | 10 |
| Total recebido em dez anos, no cenário médio | R$ 5,4 milhões |
Um número só governa toda a proposta: quanto o investidor recebe por mês, com as dez unidades operando. Esse valor é 10% do faturamento consolidado da rede. Todo o resto é esse número multiplicado pelo tempo — sem curva escondida e sem premissa embutida. Dá para conferir na calculadora.
por mês, ao investidor · rede faturando R$ 350 mil
por mês, ao investidor · rede faturando R$ 450 mil
por mês, ao investidor · rede faturando R$ 680 mil
R$ 1.000.000 ÷ R$ 45.000 = 22,2 meses de recebimento puro. Somando o tempo de abertura e de maturação das dez unidades, o capital volta em torno de 24 meses — entre 17 e 27, conforme os meses rendam mais ou menos.
Do aporte até o ano 10. Cada linha é o valor mensal multiplicado pelos meses decorridos — reta, porque a conta é linear. A tracejada marca o capital de R$ 1 milhão.
Total recebido em dois anos e meio, cinco anos e dez anos, nos três cenários.
| Cenário | Por mês | 2 anos e meio | 5 anos | 10 anos | Sobre o capital |
|---|---|---|---|---|---|
| Mínimo | 35.000 | 1.050.000 | 2.100.000 | 4.200.000 | 4,2x |
| Média · cenário desta proposta | 45.000 | 1.350.000 | 2.700.000 | 5.400.000 | 5,4x |
| Teto | 68.000 | 2.040.000 | 4.080.000 | 8.160.000 | 8,16x |
Reputação é o ativo mais difícil de comprar e o mais fácil de perder. A unidade tem nota máxima com 652 avaliações — volume grande o bastante para que a média não seja sorte, e público demais para ser manipulada.
Uma academia de bairro com 652 avaliações tem mais retorno público do que a maioria das redes nacionais tem por unidade. E a nota não caiu de 5,0 ao longo desse volume, o que só acontece quando a entrega é consistente — não quando é boa uma vez.
Temas que o Google destaca nas avaliações:
Fonte: perfil da Telles Club no Google Maps, consultado em 29 de agosto de 2026.
Quem entra na Telles Club não é lutador: é adulto comum, mulher que nunca treinou, criança, gente que se achava velha demais para começar. Atleta é mercado pequeno. Esse não é. Gravados na unidade, sem roteiro.
Quatro depoimentos gravados na unidade, sem roteiro. Toque para assistir.




A unidade que sustenta os números desta proposta existe, tem fachada na avenida, recebe aluno todo dia e é o padrão de obra, grade e cultura que as outras dez vão repetir. É esta sala que está sendo multiplicada por dez.
Av. Assis Brasil 4049, Passo d’Areia — corredor de fluxo alto, com vitrine para a rua.
Muay Thai, Boxe e Jiu-Jitsu dividindo a mesma sala, a mesma grade e o mesmo custo fixo.
A prateleira de equipamento e a parede de graduações já existem — é o catálogo do Round 4 em operação.
A Telles Club abriu as portas em julho de 2024. Quem a opera, não: Maurício Telles tem mais de 15 anos de muay thai, já abriu sete academias e gerencia operações do ramo desde 2019. Foi por isso que a casa pulou a curva de aprendizado: nasceu com grade, preço e cultura já definidos. O que o aporte financia não é descobrir se funciona: é repetir dez vezes o que já funciona.
O que ela construiu desde 2024, do zero: nota 5,0 em 652 avaliações no Google, uma comunidade de 4.636 seguidores, três modalidades na mesma grade — de criança a adulto que nunca treinou — e uma unidade que já chegou a R$ 68 mil de faturamento em um mês. Esse é o ativo que está sendo replicado — e ele é recente o bastante para que ninguém precise adivinhar se ainda funciona.
Nota máxima em 652 avaliações — não é amostra pequena, é veredito de base grande.
Seguidores no Instagram: audiência própria, sem depender de mídia paga para lotar turma.
Academias e estúdios abertos antes da Telles Club — a réplica não é a primeira.
Muay Thai, Boxe e Jiu-Jitsu: três portas de entrada no mesmo espaço e na mesma grade.
Marketing feito dentro de casa, não terceirizado. É a competência que torna a réplica possível.
Quem começa Muay Thai compra luva, bandagem e caneleira na primeira semana. Compra camiseta porque quer vestir a marca. Compra suplemento porque mudou de rotina. Hoje essa compra acontece fora da academia.
A Telles Club já veste a própria marca e já entrega equipamento aos alunos. O que o aporte estrutura é transformar isso em catálogo padronizado nas dez unidades — uma linha de receita que não depende de abrir turma nova, e que sobe junto com a base de alunos.
A preencher com dado real antes da reunião: ticket médio de catálogo por aluno, margem por categoria e percentual da base que compra. Enquanto esses três números não estiverem medidos, esta linha de receita não entra na projeção financeira desta proposta — todos os números do Round 2 vêm apenas de mensalidade.
Uma academia de bairro não sabe de onde vem o aluno. A Telles Club sabe, porque construiu a infraestrutura para saber. É isso que permite abrir a segunda, a quinta e a décima unidade sem repetir o custo de aprendizado da primeira.
Cada unidade nova nasce com o motor de aquisição já montado. O risco de expansão em rede está quase todo no marketing — e é exatamente aí que a casa é forte.
Uma unidade não é uma estimativa: é uma lista de compras. Abaixo está o orçamento fechado de implantação, item por item, e o que precisa acontecer em matrículas para que a unidade cubra o próprio custo fixo antes do terceiro aluguel.
| Item | O que é | Valor |
|---|---|---|
| Ringue | Custo reduzido após negociação | 12.000 |
| Fachada | Placa externa, mínimo 4m × 1,5m | 5.000 |
| Grafite e pintura externa | Arte e identidade visual externa | 5.000 |
| Pintura interna | Cobertura de 300 m², preto, cinza e verde | 3.000 |
| Tatame | Área de solo para treinos | 5.000 |
| Sacos de pancada | 10 unidades, cerca de R$ 700 cada | 7.000 |
| Suportes | Ferragens para os sacos | 4.000 |
| Aparadores | 10 pares | 5.000 |
| Manoplas | Equipamentos de contato manuais | 2.000 |
| Reforma e mão de obra | 5 pessoas por 3 a 4 dias | 4.000 |
| Recepção | Sofá, aromatização e mobília básica | 3.000 |
| Caixa de reserva | Aluguel garantido do 2º mês | 7.500 |
| Marketing de abertura | Tráfego, panfletagem de uma semana e festa | 7.500 |
| Total por unidade | R$ 70.000 |
A linha tracejada é o custo fixo mensal da unidade. Do cenário médio para cima, a unidade já cobre o próprio custo no primeiro mês de operação.
| Cenário | Novos alunos | Planos anuais | Planos mensais | Faturamento do 1º mês | Crescimento ao mês |
|---|---|---|---|---|---|
| Ruim | 15 | 5 | 10 | ~ 5.250 | 10% |
| Médio | 30 | 15 | 15 | ~ 16.500 | 20% |
| Bom | 45 | 22 | 23 | ~ 26.000 | 30% |
| Ótimo | 65 a 70 | 30 | 40 | 36.000 a 40.000 | 40% |
Aluguel de R$ 7.500 e folha de R$ 4.000 para dois a três funcionários.
Isento por contrato. O 2º mês já sai da reserva de R$ 7.500 prevista no orçamento acima.
Prazo para a unidade cobrir o custo fixo com receita própria — o 3º aluguel sai só de mensalidade.
| Destinação | Conta | Valor |
|---|---|---|
| Implantação das dez unidades | 10 × R$ 70.000 | 700.000 |
| Capital de giro da rede | Custo fixo consolidado até o ponto de equilíbrio | 300.000 |
| Aporte total | R$ 1.000.000 |
E volta inteiro por volta do segundo aniversário do contrato. Não é uma aposta em um negócio novo: é a multiplicação por dez de um modelo que já roda, operado por quem o construiu, com a máquina de aquisição já ligada e a comunidade já formada.
Como a conta é feita. O investidor recebe 10% do faturamento bruto consolidado das dez unidades, apurado e repassado mensalmente. Com a rede operando, isso equivale a R$ 35.000 por mês no cenário mínimo, R$ 45.000 no médio e R$ 68.000 no teto. Todos os totais desta proposta são o valor mensal multiplicado pelo número de meses do prazo — nada além disso, e qualquer linha pode ser conferida numa calculadora. O prazo de devolução do capital considera também o tempo de abertura e de maturação das dez unidades; por isso é apresentado como faixa de 17 a 27 meses, com 24 meses como referência, e não como número exato. Valores nominais, sem inflação, sem correção monetária e sem impostos do investidor. A receita de catálogo do Round 4 não está incluída em nenhum destes números.